quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Rolling Stone Brasil traz especial com a Madonna



A revista Rolling Stone Brasil de Novembro tem a Madonna com 10 páginas de reportagem!Essa é a primeira vez que a capa é uma ilustração - autoria de Indio San e Richard Kovacs.
Evangelho de MadonnaA rainha do pop está com disco e turnê novos e faz estréia como diretora de filmes.A edição de novembro da Rolling Stone Brasil traz uma entrevista com a pop star Madonna, que estará de passagem pelo Brasil em dezembro, com a próxima turnê “Sticky and Sweet”. Além do disco e turnês novos, recentemente ela ainda roteirizou e dirigiu um longa-metragem e produziu um documentário sobre o país africano Malauí. Um compasso produtivo que deixa claro a boa fase da cantora.Para que a entrevista pudesse esmiuçar ao máximo o perfil de Madonna, a entrevista foi composta de três diferentes etapas; A Rolling Stone Brasil além de acompanhar o show da nova turnê diretamente de Chicago, ainda conversa com Lucy O’Brien, autora do livro Madonna – A biografia do maior ídolo da música pop. E o repórter americano, Rich Cohen, teve de enfrentar uma maratona: numa primeira sala assistiu ao documentário sobre o Malauí; posteriormente, foi encaminhado para o segundo ambiente, onde escutou o novo disco Hard Candy. Por fim, num terceiro lugar, encontrou-se com a cantora que justifica as partes preliminares da entrevista: “Só queria que você soubesse onde minha cabeça está”.Ao acompanhar sua história e ver suas performances, nos palcos e fora dele, é fácil compreender a produção da cantora hoje que, durante toda a carreira, passou por diversas fases. Foi de sex simbol a fases míticas. Mas dois acontecimentos deram guinadas em sua trajetória: ser mãe e assumir-se vinculada religiosamente à cabala. Em 1996, com o nascimento da primeira filha, Lourdes Maria, a cantora assumiu com plenitude sua “fase mãe”. E além das tarefas habituais que essa função pode acarretar, a cantora se preocupa com crianças que nada tem a ver com ela. Um exemplo disso é que ao ser interpelada por uma moradora do Malauí, Madonna gravou o documentário I am because we are que, além de ter a intenção de expor globalmente a situação de extrema miséria do país africano, é também uma tentativa de explicar sua atenção extrema com crianças órfãs. “Quando se tem filhos, você sabe que é responsável por alguém. Percebe que está sendo imitada, que seu sistema de crenças e suas prioridades têm influência direta sobre essas crianças. Então, começa a questionar tudo, e o sofrimento de outras crianças se torna muito mais intolerável”. Ao completar cinqüenta anos, a artista assumiu uma postura engajada, pois o envolvimento com um documentário sobre crianças órfãs em meio a um país caótico acabou se transformando numa grande causa. “Se você tem um mínimo de compaixão, não pode ignorar o que está acontecendo lá. Precisa descobrir uma maneira de fazer parte da solução”. E por não conseguir ignorar o problema, ela foi mãe pela terceira vez ao adotar o pequeno David Banda em uma de suas incursões ao Malauí.Outras frases de Madonna na RS de novembro:“Não era hippie nem drogada, então acabei sendo a esquisitona da escola. Eu me interessava por balé clássico e música. Era uma daquelas pessoas com quem os outros são maus”. “É necessário chegar a um ponto em que você não se importe se todo mundo está puxando o seu saco ou se virou pau de açoite da imprensa”“Compor é uma atividade muito íntima. Você tem que ficar vulnerável e é difícil fazer isso com desconhecidos”, disse Madonna em relação aos dias de trabalho em que compôs com Justin Timberlake para o último disco.

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